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segunda-feira, 10 de junho de 2013

BAIRRO MANOEL VAQUEIRO NA BOCA DO POVO
Diferente da administração passada, Cesar Emílio do Partido dos Trabalhadores (PT) começa as obras de trás pra frente na cidade.
 
Bairro Manoel Vaqueiro - Imagem Netto Rodriguez
 Há anos em que nossa cidade aparecia na mídia, como uma cidade bem planejada e desenvolvida. Aos de fora parecia que tudo era realmente assim, como mostravam a mídia, com finalidades de autopromoção política dos gestores anteriores.

 Mas era notável a indignação da população local com o descaso de décadas. O Bairro Manoel Vaqueiro e Sapé, os dois bairros mais populosos do município de Capitão Enéas, sempre ficaram em segundo plano. “Há mais de vinte anos, nosso bairro não vê uma pedra...” De forma simples, afirma um morador do local, na intenção de relatar que o bairro foi esquecido pelos administradores do passado.

“Quando a notícia que o asfalto ia chegar, não acreditamos muito, pois andávamos sem esperança. E logo as máquinas começaram a entrar em nossas ruas... Aí pensamos; a obra vai realmente começar. Mas será que termina? Pois estávamos acostumados com obras que nunca chegaram ao fim... Mas está ai pra todo mundo vê...” Relado de um morador.

 Cesar em apenas 06 meses tem mostrando que se importa com seus conterrâneos. Sempre presente cativa   ainda mais os moradores do Manoel Vaqueiro. Cumprindo com um compromisso de campanha onde deixou claro que não tinha medo dos problemas, e que estava preparado para enfrentá-los.

Em breve não vincularemos apenas a entrada da cidade de Capitão Enéas, mas locais como os das imagens abaixo, que por anos nunca foram mostradas, por motivos óbvios. É sempre bom lembrar que nesta região não existem fábricas, grandes comércios, mas existem PESSOAS. O que é mais importante. 
Bairro Manoel Vaqueiro - Imagem Netto Rodriguez
Bairro Manoel Vaqueiro - Imagem Netto Rodriguez
Bairro Manoel Vaqueiro - Imagem Netto Rodriguez

terça-feira, 24 de julho de 2012


DE COSTA PARA A INFÂNCIA E PARA A EDUCAÇÃO!


Segundo o Blog CAPITÃO ENÉAS o "Cabo eleitoral do Prefeito Reinaldo Landulfo Teixeira abre empresa em nome de cunhados e vence licitações de quase 2 milhões de reais nos últimos 07 meses em obras públicas no município"***. Enquanto isso, o nosso prefeito empreendedor, que foi premiado recentemente pelo SEBRAE está de costas para a infância e a educação no pequeno Distrito de Caçarema.

A Escola Infantil do Distrito tem nome, endereço, servidoras dedicadas, água encanada, energia, gás, merenda escolar, mas as Crianças de Caçarema têm sede e fome de outras coisas, que são essenciais ao pleno desenvolvimento humano, como por exemplo, o reconhecimento e o respeito institucional, o direito à claridade, ao ar e espaço seguro para brincar e aprender.

Ocorre que na nossa Escola Infantil distrital, as salas de aula são escuras. As janelas com frente para a rua são mantidas fechadas. A ventilação é precária. Tanto que crianças se recusam frequentar aula em determinados períodos do ano e pedem aos Pais para ficar em casa. A área que deveria ser utilizada para recreação tem desnível cerca de 70 centímetros em relação ao piso da escola e está na terra em pêlo.

As crianças não frequentam a área de recreação. O risco de acidente grave é visível e constante. O trabalho das Servidoras é penoso pois precisam redobrar os cuidados para evitar que as crianças tenham acesso à área e acidentes.

CENSURA: olhos e bocas vendadas para a Criança e a educação em Caçarema.

Os Pais ou responsável legal dos alunos não podem reclamar e nem reivindicar melhoria alguma, porque a direção da Escola não mede esforço para constranger e discriminar quem se através reivindicar condições seguras para os filhos. Sua aversão ao Estado Democrático de Direito é demonstrada publicamente.

Veja abaixo cópia da denúncia protocolada na Secretaria Municipal de Educação mais de uma semana, da qual esperamos providências.

Caçarema, distrito de Capitão Enéas (MG), 5 de junho de 2012.

Ilustríssima Senhora
Secretária Municipal de Educação
Prefeitura Municipal de Capitão Enéas – MG
Capitão Enéas - MG


Referência: 
Denúncia: preconceito/discriminação/exclusão/constrangimento

Senhora Secretária,
Na condição de Avó e representante legal da menor xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx matriculada no Centro Municipal de Educação Infantil Cristóvão Rodrigues Carlos situado no distrito de Caçarema, venho a Vossa Senhoria expor e requerer o seguinte:

Encontrava-me na Escola Estadual José Patrício da Silveira em Caçarema, quando determinada pessoa me indagou sobre a minha Neta. Depois de dizer à interlocutora que a criança se encontrava na escola municipal, comentei sobre as condições térmicas e de ventilação da mesma e a preocupação com a saúde dos educandos ali matriculados diante da possibilidade de propagação de doenças do trato respiratório.

Enquanto falava, a Senhora Diretora do Centro Municipal de Educação Infantil Cristóvão Rodrigues Carlos passou pelo local. Ao ouvir o que Eu dizia, Ela em tom inadequado, me interpelou dizendo, que se não estivesse satisfeita procurasse outra escola, que não era obrigada a manter minha Neta naquela Unidade. Em seguida, saiu resmungando coisas incompreensíveis.

Tal conduta me causou surpresa e profunda estranheza em razão do lugar onde me encontrava e por se tratar de Autoridade em Educação, da qual se esperava que ouvisse e encaminhasse as reivindicações por condições ambientais saudáveis para as crianças sob sua responsabilidade. Esse episódio ocorreu cerca de um mês.

Na sequência fui convidada a participar do evento "Festa da Família" promovido pelo referido Centro Municipal de Educação. Compareci acompanhando minha Neta.

No curso do evento fui convidada a usar do microfone e comentar a apresentação de alunas e suas respectivas mães.

Atendi à solicitação parabenizando as mães pelo zelo com os filhos, pois os entregam à Escola sempre muito bem cuidados.

Na ocasião ressaltei a importância da participação da Família na escola no sentido de reivindicar melhores condições para os filhos, em especifico no que diz respeito à estrutura física, que oferece risco iminente de acidente e causa de intranquilidade para as Servidoras, que trabalham sobressaltadas diante da possibilidade de uma criança vir a se machucar no local.

Parabenizei as Servidoras pela dedicação e cuidados com as crianças e ressaltei a importância de remuneração digna para as mesmas.

As minhas palavras foram breves em respeito às Crianças, que ansiosamente esperavam pelo sorteio de brindes e pelo lanche anunciados.

Algum tempo depois e de posse do microfone, a Senhora Diretora do Centro Educacional dirigindo-se a mim, disse que ali era local de fazer política, e que ali não havia candidato às eleições.

Seguiram-se outras apresentações até que a referida Senhora leu uma mensagem exibida em vídeo. Depois de concluir a leitura, Ela solicitou que alguém a comentasse. Como nenhuma das pessoas se dispôs, Ela falou algumas palavras, sendo que no meio de sua fala dirigiu-se novamente a mim repetindo e acrescentando: "Eu quero falar para a Terezinha, que aqui não é lugar de fazer política e se não está satisfeita com a escola, procure uma escola melhor, pegue sua netinha e procure outra escola ..."

A atitude da referida autoridade causou surpresa e constrangimento geral. Retirei-me levando a minha Neta, que não entendeu porque estávamos deixamos a "Festa da Família".

Senhora Secretária,
Entendo que todas as CRIANÇAS de nossa COMUNIDADE têm direito a uma boa escola. Mas esta não é a realidade da Escola local, pois o ambiente não tem ergonomia, tampouco iluminação e ventilação adequadas. Diante disso, entendo que as reivindicações por mim apresentadas são justas, notadamente por vivermos num Município cuja receita mensal supera a 4(quatro) milhões de reais.

Entendo ainda, que ao se contrapor às reivindicações e dizer publicamente que uma criança devesse ser retirada da Escola Pública para procurar outra escola que sequer existe no Distrito, a Senhora Diretoria demonstra não reconhecer o disposto no artigo 3º da Lei Federal 8.069/1990, segundo o qual "a criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade."

Com o devido respeito, parece-me evidente que a Senhora Diretora confunde política educacional com política partidária, pois demonstra não compreender que as condições adequadas reivindicadas são necessárias para o exercício dos direitos assegurados no artigo 15 e 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente de brincar, praticar esportes e divertir-se. Sendo sabido que uma simples brincadeira entre as Crianças oferece risco de acidente.

Dessa forma e por ser a educação direito de todos e dever do Estado e da Família, resta evidente, que o ato da Senhora Diretora se caracteriza como negativa de acesso à educação infantil oferecida na única escola pública existente no nosso Distrito, consequentemente demonstra intolerância à diversidade e nega o direito da criança ao desenvolvimento físico, mental, moral espiritual e social da criança excluída conforme assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

Cabe ainda destacar, que ao me constranger na Festa da Família, a Senhora Diretora discriminou a minha Neta negando-lhe o direito de participar da vida comunitária, conforme assegurado no inciso V do artigo 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Por necessário, informo a Vossa Senhoria que o ato da Senhora Diretora causou dano à integridade psíquica e moral da minha Neta, que sem entender a extensão do ato praticado por quem a deveria educar, demonstrou inequívoca frustração por ser forçada a abandonar o local onde desejava permanecer e usufruir da convivência com os colegas e Professoras, pessoas essas que aprendeu a gostar e respeitar (art. 17 do Estatuto da Criança e do Adolescente).

Senhora Secretária,
Sou Avó presente na vida educacional de minha Neta. Acompanho-a até a Unidade escolar, assim como vou buscá-la. Devo ressaltar que jamais encontrei a Senhora Diretora na referida Escola Infantil, onde pudesse apresentar minhas reivindicações pessoalmente, à exceção dessa atividade solene.

Dessa forma, entendo que a conduta da Diretora do Centro Municipal de Educação Infantil de Caçarema é questionável e reitero, ao constranger o direito de reivindicação da família, Ela demonstra não conhecer o seu ofício, a Constituição Federal que adotou o Estado Democrático de Direito e que, o não oferecimento do ensino obrigatório ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente.
Diante da gravidade dos fatos aqui apresentados, peço à Vossa Senhora que tome as medidas administrativas cabíveis, posto que não se trata de ato que pode ser considerado como isolado, mas sim de conduta preconceituosa, discriminatória, constrangedora e de exclusão, incompatível com as atribuições de uma Educadora e com as normas, diretrizes e bases da Educação, e que pode vitimar membro de qualquer Família que apresentar reivindicação àquela Direção.

Coloco-me à disposição para prestar os esclarecimentos que se fizerem necessários.
Atenciosamente,

Terezinha de Fátima Ferreira Souto
Munícipe
Fonte: Blog  de Terezinha Souto:
http://aquiondeeumoro.blogspot.com.br

quarta-feira, 20 de junho de 2012


COMO FAZER DESSE, UM MUNDO MELHOR?

Precisamos sonhar com uma cidade melhor, pois à medida que nos unirmos nesse ideal e vibrarmos na mesma frequência vamos formar uma massa crítica do tamanho necessário para criarmos essa nova realidade. Pois somente se cada um de nós, nos tornarmos melhor a cada dia, pouco a pouco, uma mudança interna em cada um, fará com que o mundo se torne um lugar melhor para se viver, pois em nossa atualidade o que está faltando a cada um de nós, é SONHAR.

Sonhos que façam nossa vida valer à pena. Atualmente a maioria de nós parece robotizada pela nossa cultura e incapaz de sonhar. Somente sonhando criaremos uma vida melhor para nós e para os que nos cercam. Somente através de grandes sonhos faremos uma diferença no nosso meio. Quando não se sonha mais, não há ação. Pois para agirmos precisamos de um sonho tão grande que nos faça sentir corajosos e competentes para irmos à luta, como no sonho que descreverei abaixo. 

Todas as grandes conquistas que auxiliaram a humanidade foram realizadas por sonhadores. Thomas Edson cada vez que descia das obras (trabalhava como operário da construção civil nos EUA), quando estava no caminho de volta para sua casa, passava por um hospital iluminado apenas por luz de lamparinas que o deixavam perplexo e inconformado, pois todo ambiente ficava negro devido as fumaça e além do mais clareava muito pouco dificultando o trabalho dos profissionais da área da saúde; inconformado com aquela escuridão ele sonhava com uma solução e era obcecado com a idéia de criar "o dia durante a noite". Sempre que chegava a casa ao invés de jogar tempo fora como à maioria de nós, concentrava seu pensamento por horas a fio, visualizando um dia de noite, ficava por horas pensando numa idéia até a chegada do sono. Dessa forma concentrando seus pensamentos na solução de como criar "o dia de noite" dia após dia, pouco a pouco, criou a massa crítica necessária para surgir "o dia de noite" a nossa "lâmpada". Era um homem determinado a conseguir concretizar o seu ideal de melhorar a vida das outras pessoas. 

Para conseguirmos colaborar, temos que deixar de sermos egoístas e pensarmos no que fará diferença na vida dos nossos semelhantes. Precisamos também, como ele, sonhar com uma vida melhor para todos. Ao servir aos outros ele encontrou sua própria realização e razão de viver.

Podemos fazer diferença nesse mundo e fazê-lo melhor para nós mesmos e para todos. Tudo que pensamos com emoção e vontade de coração retorna a nós pela lei do retorno. 

sexta-feira, 11 de maio de 2012



CURSO DE FORMAÇÃO
 LEI DAS ELEIÇÕES

OBJETIVO:

Estudar e compreender a LEI 9504/97 – LEI DAS ELEIÇÕES, artigo a artigo, na sua dimensão prática e jurídica (doutrina e jurisprudência); As RESOLUÕES DO TSE PARA ELEIÇOES 2012;

Capacitar candidatos, partidos, advogados, estudantes de direito e interessados na legislação eleitoral, com foco nas eleições 2012.

Dar subsídios à FISCALIZAÇÃO DAS ELEIÇOES e ao exercício pleno da cidadania;

MÉTODO: 

 O curso seguirá o método prático-teórico, através de estudo dirigido. Com uma aula semanal enviada via e-mail, as segundas-feiras, duração de 21/05 a 31/07.

 Aplicaremos um teste para avaliação ao fim de quatro envios e um ao fim do curso para emissão do certificado de conclusão do curso, que será de responsabilidade do MCCE, OAB GUARULHOS – COMISSÃO DIREITO POLITICO ELEITORAL, E INSTITUTO PRÓ CIDADANIA.

 O curso será publicado ao final como apostila-livreto em CD/PenDrive pela José Maria Editores e entidades promotoras.

PÚBLICO:

 Candidatos, Partidos Políticos, MCCE’s, Advogados, Estudantes de Direito, Educadores Sociais, ONGs/OSCIPs, Universitários, instituições e entidades afins, e interessados em geral.

 INSCRIÇÃO/INFORMAÇÃO:

 Telefone: 11-2885-6997 / 9383-4727[claro]/ 6479-3513[vivo]/
 7047-2187 [tim] /6688-7475 [oi]
 ou entre em nosso facebook QUESTÕES ELEITORAIS

 COORDENAÇÃO E PROMOÇÃO:

 COMISSÃO DIRETO POLÍTICO ELEITORAL – OAB GUARULHOS
 MOVIMENTO DE COMBATE A CORRUPÇÃO ELEITORAL – MCCE

APOIO:
 INSTITUTO PRÓ CIDADANIA

ADENDOS:
 Será emitido certificado  a quem tiver aproveitamento a partir de 70%.
As aulas poderão ser copiados em CD/PenDrive dos participantes.

CONHEÇA O COMITÊ DE COMBATE A CORRUPÇÃO ELEITORAL E ADMINISTRATIVA - FALE CONOSCO. TEL (38) 32229736